quarta-feira, 23 de junho de 2010

Empatia dói

Se, ao cair, a criança bate o joelho, a mãe sente um tremor involuntário. Há uma explicação plausível para o talento materno no compartilhamento da dor com sua cria. Tania Singer, do University College de Londres, "maltratou" 16 jovens casais com leves impulsos elétricos. Enquanto os casais recebiam pequenos choques na mão, alternadamente, Tania media num tumógrafo a atividade nos cérebros  femininos.
A simples observação do sofrimento da pessoa amada ativava no cérebro feminino as mesma áreas de percepção quando elas mesmas sentiam as dores. Apenas as regiões do cérebro que auxiliam na avaliação e da instensidade do estímulo permanecem inativas durante a observação.

Pois é querido leitor, a compaixão feminina também não vai tão longe assim! E a masculina? Bem, a esse respeito eu me calo.